O que pensaria o leitor se, de repente, o Ministério da Cultura decretasse a livre entrada nos museus, visitas totalmente de borla?
Pois, em França, não sem muita polémica, tal medida acaba de ser implementada. Ela abrange apenas catorze museus e monumentos nacionais e durará seis meses.

A causa desta originalidade francesa não é a súbita generosidade financeira das contas públicas do Estado, nem o enriquecimento das instituições museológicas, mas sim a necessidade de investigar os factores que mais concorrem para a afluência do público aos museus, bem como a sua composição.
Será – tal como alguns defendem – o custo/despesa dos bens culturais o principal obstáculo à “democratização do acesso à cultura”?
O que pensa desta questão?